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sábado, 16 de novembro de 2013

Pode o Pastor da Igreja ser divorciado?


Em função de dois acontecimentos recentes procurei “escutar” de alguns comentaristas bíblicos o tema a que este post se refere. O primeiro foi a minha participação num concílio para ordenação de um pastor. O segundo, uma nota de esclarecimento da OPBB-SP sobre pastores divorciados (http://goo.gl/p8f8P).

Coloquei a maioria dos comentários que li.[1] Não queria ser acusado de parcialidade. Também não fiz grandes esforços para agrupá-los em alguma categoria. Fiz somente alguns destaques em negrito para facilitar para o leitor.

Que esta seja uma fonte para o interessado no assunto, que, em suma, refere-se à compreensão do texto paulino: “Marido de uma só mulher” (1Tm 3)

 

John Stott

John Stott, Guard the Truth: The Message of 1 Timothy and Titus (Downers Grove: IL, 1996), pp. 93-94.
 Paulo é considerado por muitos como alguém que exclui do pastorado todos aqueles que já se divorciaram e se recasaram. Esta parece ser a explanação provável. Divórcio e recasamento se constituem numa absoluta proibição para ordenação, embora eles pareçam ter sido permitidos por Jesus à parte inocente quando o cônjuge era culpado de um sério pecado sexual e por Paulo, no caso de um recém convertido que tinha o cônjuge não-convertido que não estava disposto a continuar o casamento? Será que essas concessões não se aplicam ao clero e do clero em perspectiva, então? Se não, isto não erege um duplo padrãoSim, é verdade, mas não é razoável e justo que um padrão mais elevadoseja esperado de pastores que são chamados a ensinar pelo exemplo, bem como por palavras?”

 

The New Testament for English Readers


A visão de que um segundo casamento é proibido para aquele que aspira ao episcopado – é a opção de significado mais provável  (...) também a mais ampla prevalência na igreja primitiva, a ideia que, apesar de um segundo casamento não ser proibido, abstinência dele é melhor do que a condescendência dele.  Isto é provado por várias autoridades citadas em meu teste grego.”

 

Gnomon of the New Testament

http://www.archive.org/stream/gnomonofthenewte04benguoft#page/256/mode/1up

“É a natureza primitiva do casamento: um homem deveria ter uma mulher (...). A opinião (...) parece ter sido originalmente formada do “Cânon dos Apóstolos”, visto que o 17º Cânon diz: todo aquele que depois do batismo entra num segundo casamento ou mantém uma concubina é desqualificado para ser bispo.”

 

Bob Deffinbaugh

Pode ou deve um pastor que, tendo se divorciado de sua esposa, continuar seu papel como pastor, mesmo que o divórcio tenha sido por motivo não bíblico?

"Há muitos pastores divorciados que servem nas igrejas hoje, igrejas evangélicas que creem na Bíblia. Mas o fato de pastores divorciados ainda servirem como pastores não prova a questão biblicamente.

Minha suposição é que os textos bíblicos primários são aqueles que lidam diretamente com o divórcio (Mateus 5:27-32 especialmente; 19:3-12, 1 Coríntios 7:10-16) e os que estabelecem as qualificações para os presbíteros (1 Timóteo 3:1-7 e Tito 1:5-9). Eu acredito que um pastor deve certamente satisfazer as qualificações para um presbítero.
(...)

Em ambos os textos sobre as qualificações do presbítero diz que ele deve ser "marido de uma só mulher" (literalmente, ele deve ser um "um homem / mulher esposa" - 1Timóteo 3:2, Tito 1:6). Assim, se este pastor se casa novamente, ele seria, na opinião de muitos (inclusive na minha), desconsiderado marido de uma mulher. Mas e se ele optar por permanecer solteiro? Várias questões devem ser tratadas. Primeiro, Paulo diz que o presbítero deve "gerenciar bem sua própria família".
 (...)

Paulo também insiste que um presbítero deve ter boa reputação com os de fora da igreja (1Tm 3.7). Em algumas comunidades um pastor divorciado não teria o respeito que é requerido para seu cargo. Esse é um assunto que o pastor e o conselho de administração da igreja terão que decidir.

 

John N. D. Kelly

KELLY, John.N.D. I e II Timóteo e Tito, Introdução e comentário. Série cultura bíblica. Mundo Cristão e Vida Nova, São Paulo-SP, 1991, p.77.

“O catálogo começa com um requisito que a tudo abrange; o superintendente deve ser irrepreensível. Ou seja: não deve apresentar nenhum defeito óbvio de caráter ou de conduta, na sua vida passada ou presente, que os maliciosos, seja dentro, seja fora da igreja, possam explorar para desacreditá-lo. Em especial, sua vida sexual deve ser casado uma só vez. O novo casamento, seja depois do divórcio no caso de um pagão convertido, ou depois do falecimento da sua primeira esposa, é censurado como sendo impróprio num ministro de Cristo. É igualmente proibido aos diáconos (3:12) e aos presbíteros (Tt  1.6), e conta como uma desqualificação nas aspirantes à ordem das viúvas (5.9).”

O autor destas palavras continua seu discurso para dizer que as posições alternativas são improváveis.
Para defender seu ponto, de que o ministro não deve ser recasado de forma alguma, ele continua: “(...) há evidências abundantes, tanto na literatura quanto das inscrições funerárias, pagãs e judaicas, que permanecer solteiro depois da morte da cônjuge ou do divórcio era considerado meritório, ao passo que casar-se de novo era considerado um sinal de auto-indulgência.”

 

Gordon D. Fee.

FEE, Gordon D. 1 & 2 Timóteo, Tito; Novo Comentário Bíblico Contemporâneo. Editora Vida, 1994, pp.91-92.

“O primeiro item da lista, marido de uma só mulher, é uma das frases verdadeiramente difíceis da epístola (cp. 3:12; 5.9, sobre as ‘verdadeiras’ viúvas, e Tito 1:6). Há pelo menos, quatro opções: Primeira, poderia exigir que o supervisor fosse casado. O apoio encontra-se no fato de que os falsos mestres proíbem o casamento, e Paulo insiste no casamento para as viúvas desviadas (5:14; cp. 2:15). Mas contra essa interpretação verifica-se que ela enfatiza o termo é necessário e a palavra mulher, enquanto o texto enfatiza a palavra uma. Talvez Paulo e Timóteo não fossem casados, e tal interpretação estaria em contradição com 1Coríntios 7:25-38. Ademais, havia um pressuposto cultural segundo o qual as pessoas, em sua maioria, deveriam ser casadas.

Segunda, talvez o texto esteja proibindo a poligamia. Isto se acentua de modo correto pela expressão uma só mulher; contudo, a poligamia era característica tão rara na sociedade pagã que tal proibição seria inaplicável. De mais a mais, não pareceria ajustar-se à frase idêntica usada em referência às viúvas em 5:9.

Terceira, poderia estar proibindo um segundo casamento. Tal interpretação conta com o apoio de muitos dados: ajustar-se-ia às viúvas de modo especial. Todos os tipos de evidência louvam as mulheres (a elas de modo especial e às vezes também os homens) que ‘se casaram um única vez’ e permaneceram “fiéis” a esse casamento, depois que seus parceiros morreram. Esta perspectiva proibiria, pois, o segundo casamento após a morte do cônjuge, mas também proibiria, é óbvio – talvez de modo especial – o divórcio e o novo casamento. Alguns eruditos (p.e., Hanson) tratam do texto como se referindo somente a esta última interpretação.

Quarta, talvez o texto esteja exigindo fidelidade marital a uma só mulher (cp. GNB: ‘fiel à sua única esposa’). Neste caso, exige-se do bispo que viva uma vida matrimonial exemplar (o casamento fica implícito), fiel a uma só mulher numa cultura em que a infidelidade marital era comum e, às vezes, implícita. Seria, é natural, um meio de se eliminar a poligamia, o divórcio e novo casamento, mas não eliminaria, necessariamente, o novo casamento de um viúvo (embora esse ainda não fosse o ideal paulino; cp. 1Coríntios 7:8-9; 39-40). Embora ainda haja muito que ser dito a favor de um ou de outros entendimentos da terceira opção, a preocupação de que os líderes da igreja vivam vida matrimonial exemplar parece ajustar-se melhor ao contexto – dada a aparente desvalorização do casamento e da família apregoada pelos falsos mestres (4:3; cp. 3:4-5).”


William Hendriksen, Th. D.

HENDRIKSEN, Willian. 1Timóteo, 2Timóteo e Tito, comentário do Novo Testamento. Editora Cultura Cristã, São Paulo-SP, 2001, pp.153-155.

“(...) veja também 1Tm 5.9 (‘esposa de um só marido’).”[2]
“O sentido desta passagem (1Tm 3.2) é simplesmente este: que um bispo ou ancião deve ser um homem de moralidade inquestionável, que seja inteiramente fiel e leal à sua única e exclusiva esposa (...)”

 

Martin Weingaertner

WEINGAERTNER, Martin. Em Diálogo com a Bíblia, 1 e 2 Timóteo. Editora Encontrão e Missão Editora, Belo Horizonte e Curitiba, 1993, pp.47-48.

“Em Efésios 5.22-33 Paulo explica que o relacionamento conjugal de um casal cristão testemunha o segredo de Cristo e sua igreja. A vida matrimonial do líder cristão deve testemunhar a favor e não contra o evangelho da fidelidade de Deus. Isto nem a poligamia e seus equivalentes hodiernos [que diz respeito aos dias de hoje, moderno], nem o divórcio, mas apenas a monogamia pode fazer. Por isto a monogamia e a fidelidade conjugal são o padrão indispensável para a liderança na igreja. Deus quer que o casamento de todo líder cristão seja moldado pelo segredo de Cristo!”

 

Galatians, Ephesian, Filippians, Colossians, I. and II. – On openlibrary.com


“O significado mais natural, não que ele deva ser um homem casado, mas que ele tenha somente uma esposa viva.

 

Adam Clarke Commentary on Studylight.com

http://www.studylight.org/com/acc/view.cgi?book=1ti&chapter=003

“O significado do apóstolo parece ser este: que ele [aquele que almeja o episcopado] não seja divorciado e tenha se casado novamente, ou que seja alguém que tenha duas esposas ao mesmo tempo.”

 

George Clark - The sermon notebook – biblical resources for Preachers and Teachers of the Word of God

http://www.sermonnotebook.org/new%20testament/1tim3_1-7.htm

"Marido de uma só mulher – simplesmente colocado, nenhum homem pode pastorear uma igreja do Novo Testamento se ele já tiver sido casado, divorciado ou recasado! Está Paulo falando sobre poligamia? Não! Nenhum polígamo teria sido considerado para o ministério de qualquer forma. Como um pastor que não pode controlar seu próprio casamento aconselhar aqueles que vem a ele por ajuda no matrimônio? Nenhum homem que á foi divorciado e recasado é qualificado para pastorear qualquer igreja."

 

J. Lingon Duncan

http://www.fpcjackson.org/resources/sermons/I%20Timothy/05a%20I%20Timothy%203.%201%20to%207.htm

“(...) Ele é um marcado pela mais estrita fidelidade conjugal. Seu casamento é bíblico, hetorossexual, monogâmico e puro.”

 

Ron Daniel

http://www.rondaniel.com/library/54-1Timothy/1Timothy0301.html

(...) um homem que é completamente devotado à mulher que ele está casado agora.

 

Explore the Bible


“Proibindo não apenas a poligamia ou bigamia, mas o divórcio.”

 

Charles J. Ellicott


O autor não diz com clareza seu ponto de vista. Somente reafirma o ponto de vista dos pais da igreja, de que o bispo não deveria ser recasado de modo algum, e depois diz que isso não parece ser a compreensão correta do texto. O autor foca que o texto fala de que o ambiente familiar do bispo deveria ser irrepreensível, visto o contexto romano da época.

 

Expositor's Greek Testament

1 Timothy Commentary
Newport J D White, D. D.

O autor não responde à questão. Ele diz que a passagem não ensina que o bispo precisa ser casado. Depois ele fala, como muitos, sobre os pais da igreja. Cita todos os documentos que concordam que o texto ensina que o bispo não deveria ser casado mais de uma vez, em qualquer circunstância (Constituição dos apóstolos, Canôn dos apóstolos, etc). Depois fala de alguns, como Crisóstomos, que cria que a passagem referia-se exclusivamente sobre poligamia.

Ao final ele deixa uma observação que devemos tomar cuidado para não cair no “a voz o povo é a voz de Deus”. Ele diz: “Em algumas questões o senso comum da maioria é um guia seguro sobre as conjecturas irresponsáveis de um estudante consciencioso. 

 

A. C. Gaebelein

1 Timothy Commentary
Annotated Bible
http://www.archive.org/stream/annotatedbibleh02gaebgoog#page/n169/mode/1up

“(...) Isto tem sido explicado como algo que exclui todos aqueles que se casaram duas vezes. Isto está incorreto. Este se refere a todos àqueles que como pagãos se casaram com mais de uma mulher, pois a poligamia era praticada entre os pagãos daqueles dias, como ainda é hoje.”

 

Charles Ryrie

Ryrie, C. C. (1994). Ryrie study Bible: New International Version (Expanded ed.) (1855). Chicago: Moody Publishers.

Alguns pensam que significa apenas uma mulher por vez, outros que tenha uma mulher viva (veja 5:14 e 1Co 7.39, onde recasamento do viúvo é permitido), mas possivelmente o significado seja casado apenas uma vez. A frase em reverso em 5:9 somente pode ser "casado apenas uma vez" no caso da inscrição da viúva.

 

Dave Guzik


Não é a ideia que o líder não pudesse ser recasado se sua esposa tivesse morrido ou fosse um divórcio bíblico.

 

John Gill

Este regra exclui todas as pessoas de serem presbíteros, ou pastores, ou superintendentes de igrejas que foram ‘polígamos’, que tiveram mais de uma esposa por vez, ou se divorciaram de suas esposas 
não por adultério e se casaram com outras.


Vincent’s Word Studies

E-Sword

É frase destinada (a) à imoralidade em respeito ao casamento – concubinato, etc; ou (b) poligamia, ou (c) a um novo casamento após a morte ou o divórcio? O último é provavelmente o significado correto.

 

Matthew Henry’s Commentary on the Whole Bible

E-Sword

Ele deve ser marido de uma só mulher; não ter dado carta de divórcio a ninguém e depois ter se casado novamente, ou não ter muitas mulheres ao mesmo tempo, visto que naquele tempo isso era muito comum entre judeus e gentios, especialmente entre os gentios.

 

John Wesley Explanatory Notes

E-Sword

(...) Isto não significa que o bispo deva ser casado, nem que ele não possa ser casado com uma segunda esposa, o que é tão legítimo quanto casar-se com a primeira, e pode, em alguns casos, ser seu sagrado dever. Mas enquanto poligamia e divórcio em algumas situações eram ambas comuns entre judeus e gentios, isso nos ensina que, de todos os outros,o bispo deve ficar limpo destes pecados.

 

Matthew Henry Concise Commentary

E-Sword

Embora os judeus praticassem a poligamia, mesmo sendo um escrito à igreja gentílica, e a poligamia nunca foi permitida mesmo entre os leigos da Igreja, a antiga interpretação que a proibição aqui é contra a poligamia de um bispo-candidatonão é corretaDeve, portantosignificar que, embora os leigos possam legalmente se casar novamentecandidatos ao episcopado ou presbitério eram melhores se tivessem se casado apenas uma vez.

 

Homer Kent

Kent, Homer A., Jr. The Pastoral Epistles. 2nd ed. Winona Lake, IN: BMH Books, 1982.

"Consequentemente, quando os homens eram considerados para este alto cargo, não deveria existir nenhum registro de divórcio ou infidelidade conjugal em seu histórico, mesmo antes de sua conversão... Quando pessoas divorciadas e recasadas são salvas, eles devem se alegrar por sua salvação e servir fielmente ao Senhor em todos os sentidos que podem. Mas eles não devem aspirar a ser bispos."

 

Carl Laney

Laney, J. Carl. The Divorce Myth. Minneapolis: Bethany House, 1981.

“Eu sugeriria que divórcio e recasamento ou infidelidade marital, seja antes ou depois da conversão, desqualificaria alguém para o posto de presbítero ou diácono.”

A explicação:

"Alguns podem argumentar que a qualificação de "marido de uma só mulher" significa que não é o divórcio per se, mas um novo casamento, que desqualificaria alguém do cargo de ancião ou diácono.... Há pelo menos três grandes objeções a tal visão. Primeiro, o presbítero e diácono deve ser irrepreensível (1 Tm 3:2, 10), sem culpa! Embora as circunstâncias variem, geralmente leva dois para fazer um divórcio. Um homem divorciado, apesar de permanecer solteiro, provavelmente não seria "acima de qualquer suspeita." Segundo, o presbítero e diácono devem ser homens que administram bem o seu agregado familiar (1 Tm 3:4-5, 12). O divórcio seria certamente uma evidência de sua má gestão de sua casa. Em terceiro lugar, com referência aos diáconos, Paulo diz: "As mulheres também devem ser dignas, não caluniadoras, mas temperadas, e fiéis em todas as coisas" (1 Tm 3:11).... Este versículo parece indicar que as esposas dos líderes espirituais da igreja devem ser exemplar na sua conduta e fiel em todas as coisas. Assim, uma esposa que é infiel ao seu voto de casamento desqualificaria o marido de uma posição de liderança na igreja."

O autor responde à questão anterior à permissão de um segundo casamento. Ele diz, enfaticamente, que um divórcio já desqualifica o candidato ao episcopado.

 

J. Hampoton Keathley - Qualifications for the Evaluation of Elders and Deacons

http://bible.org/article/qualifications-evaluation-elders-and-deacons

Será que essa cláusula significa que um ancião ou diácono deve ser casado, ou casado apenas uma vez? Alguns interpretaram isso como, "casado apenas uma vez." Mas há várias razões de esta não ser a melhor maneira de entender essa passagem.

Ed Glascock tem uma excelente explicação desta cláusula. Escrevendo da perspectiva que esta passagem significa "fiel a uma mulher", ele diz:

Este ponto de vista sustenta que a tradução "marido de uma só mulher" não é a melhor compreensão da frase grega 'mias gunaikos andra', mas que deve ser traduzido como "um homem de uma mulher" ou um "homem de uma mulher só." Este entendimento enfatiza o caráter do homem, em vez de seu estado civil. Assim, mesmo um homem solteiro ou um homem que foi casado apenas uma vez deve se demonstrar não ser um "playboy" ou paquerador, mas que ele é estável e maduro em caráter para com sua esposa ou outras mulheres. Um homem que demonstra um caráter de lealdade e de confiança em tais relações pessoais é qualificado nesta área. Ele, sendo o tipo de uma só mulher, pode ser colocado nesta posição elevada e de confiança para tratar com maturidade e com discrição uma situação que envolva membros do sexo feminino. Esta visão muda a ênfase de um evento que teve lugar na vida de um homem antes de sua conversão e devidamente concentra-se no caráter e sua qualidade de vida no momento da sua consideração para este alto cargo.
Isto não significa que o homem deva ser casado para ser um epíscopo. A maioria dos homens foram e são, então isso deve ser uma importante qualidade que deve ser considerada. No entanto, estar casado não é uma qualificação que iria contrária ao ensino de Paulo em 1Coríntios 7.6-9, 25-28, onde ele encoraja os benefícios da solteirice pela causa do ministério. A passagem toda está lidando com qualidades subjetivas do caráter cristão, qualidades que nenhum homem é 100% perfeito, onde sempre haverá espaço para crescimento e mais maturidade. Se a cláusula significa casado apenas uma vez, então ela seria a única cláusula absoluta nesta lista de qualificações.

As Escrituras em nenhum lugar proíbe ou até mesmo sugere que recasamento depois da morte da esposa seja algo moralmente questionável. 

Note que este autor não responde especificamente à questão. Sua opinião está centrada no momento em que o candidato decide ao episcopado. Ele deixou claro em sua opinião, que não há problema o candidato ser recasado quando se tornou viúvo, mas fica obscuro quanto à pergunta "pode o líder da igreja ser recasado quando sua primeira mulher ainda vive?"

 

John MacArthur

http://www.believersweb.org/view.cfm?ID=822

A frase “marido de uma só mulher” não significa que a pessoa não pode ter tido um divórcio em seu passado, visto que nenhuma outra qualificação listada refere-se a atos específicos do passado (antes da salvação ou subsequente à salvação), mas sim às qualidades que hoje caracterizam a vida de um homem.

 

John Benton

BENTON, John. Straightening out the self-centered church, the message of Titus.

O autor não responde à questão. Ele fala (sobre Tt 1.6) que “a essência deste versículo é que através da vida da família um ancião deve ser visto como alguém que é tanto fiel a si como também alguém que inspira fidelidade a outros.”

 

Robertson’s Word Picture

E-Sword

"Uma de cada vez, claramente."

 

Como você explica marido de uma mulher em relação a presbíteros e diáconos?

http://bible.org/question/will-you-explain-%E2%80%9Chusband-one-wife%E2%80%9D-relation-eldersdeacons

Tomando em consideração divórcio e recasamento, Efésios 5 e 1Coríntios 7 são textos paulinos chaves. Sendo breve, eu diria que o crente que tinha um cônjuge descrente que o abandonou não está desqualificado para ser um pastor ou bispo. Um crente que se divorciou quando ainda não era crente, não está desqualificado. Um crente que é a parte inocente no divórcio que havia adultério envolvido não está desqualificado.

 

The People’s New Testament

E-Sword

"Um homem casado e tendo somente uma mulher. Naqueles tempos de muitos divórcios, homens que haviam mulheres sucessivamente poderiam se converter. Divórcio por motivo não bíblico não livra o homem de sua primeira e legítima esposa. Daí o limite para aqueles que somente tinham uma esposa viva. Eu não acho que haja qualquer referência ao recasamento depois da morte de uma esposa."

 

Steven Cole

http://www.fcfonline.org/content/1/sermons/030694.pdf

"(...) eu acho que a melhor visão de homem de uma só mulher é a que está intimamente relacionada apenas à sua mulher. Ele é um marido fiel."

 

João Calvino

http://www.ccel.org/ccel/calvin/calcom43.iii.v.i.html

“A única verdadeira exposição, aquela de Crisóstomo, que para um bispo é expressamente proibido a poligamia.”

 

W. A. Criswell

http://www.wacriswell.org/PrintTranscript.cfm/SID/866.cfm

“Eles devem ser monogâmicos.”

 

Wiersbe, W. W. (1992).

Wiersbe’s expository outlines on the New Testament (626). Wheaton, IL: Victor Books.

Naqueles dias a frouxidão moral era um problema sério. Ao pastor era requerido que tivesse somente uma só mulher, não deveria haver dúvidas quanto ao padrão de seu casamento. Já houve um longo (e caloroso) debate se Paulo queria atacar a poligamia (um homem ter mais de uma mulher ao mesmo tempo) ou divórcio.

Richards, L. O. (1991). The Bible reader’s companion (electronic ed.) (835). Wheaton: Victor Books.
"A frase (1Tm 3.2) tem sido interpretada para descartar a possibilidade de uma pessoa divorciada ter este posto, mas, curiosamente, não para excluir um viúvo que foi casado de novo. A maioria dos comentaristas concorda, no entanto, que isso simplesmente significa monogâmico: tipo de homem que seja homem de uma só mulher, que é totalmente fiel à sua esposa."

Biblical Studies Press. (2006). The NET Bible First Edition Notes (1 Ti 3:2). Biblical Studies Press.
"O significado desta frase (marido de uma só mulher) é contestado. É frequentemente entendido para se referir ao estado civil do líder da igreja, excluindo-se aqueles líderes que são (1) solteiros (2), polígamos, (3) divorciados, ou (4) se casou depois de tornar viúvo. Uma interpretação diferente é refletido na tradução NEB: 'fiel à sua esposa.'"

Utley, R. J. (2000). Vol. Volume 9: Paul's Fourth Missionary Journey: I Timothy, Titus, II Timothy. Study Guide Commentary Series (40–41). Marshall, Texas: Bible Lessons International.
Esta frase já causou muita discussão. Foi, obviamente, uma questão central para a igreja de Éfeso no primeiro século (cf. 3:1, 12; 5:07, Tito 1:6). Aqui estão as teorias básicas de interpretação: (1) refere-se à poligamia, (2) refere-se a um novo casamento após o divórcio; (3) refere-se ao segundo casamento depois da morte da primeira esposa, (4) refere-se a um homem fiel e atento à sua esposa (outra maneira de afirmar bom relacionamento familiar). Isto, obviamente, refere-se às relações familiares, e qualquer problema na área de relações familiares desqualifica uma liderança na  igreja local. 

O 1 não foi um problema no Império Romano, mas era um potencial problema no judaísmo (embora raro no primeiro século); O 2 foi um grande problema no Império Romano, e também um problema no judaísmo (Hillel versus Shammai). O 3 foi uma grande preocupação da Igreja primitiva, especialmente Tertuliano, e ainda é um problema em círculos batistas na Europa. No entanto, 1Tm. 5:14 é uma passagem paralela onde as viúvas mais jovens podiam se casar novamente sem censura (cf. Rm 7:2-3;. I Coríntios 7.). Possivelmente o 4 se encaixa melhor no contexto dos vv. 4-5.
Há outra opção, que o requerimento refere-se a casamento contra a vida solteira. Os falsos mestres tinham proibido o casamento. Talvez esta seja uma refutação direta desta tendência ao celibato e ascetismo. Isso não é afirmar que uma pessoa solteira não pode ser um líder de igreja, mas que a solteirice não pode ser um requerimento.

 

John Walvoord

Walvoord, J. F., Zuck, R. B., & Dallas Theological Seminary. (1985). The Bible Knowledge Commentary: An Exposition of the Scriptures (1 Ti 3:2). Wheaton, IL: Victor Books.

Marido de uma só mulher. Esta ambígua frase, mas importante, é sujeita a várias interpretações. A questão é: quão rigoroso o padrão de Paulo era para os líderes da igreja? Praticamente todos os comentaristas concordam que esta frase proíbe a poligamia e promiscuidade, que são impensáveis para os líderes espirituais na igreja. Muitos estudantes bíblicos dizem que o afeto do presbítero deve ser exclusivamente centrado em sua esposa. Alguns dizem que a frase proíbe qualquer um que se divorciou e contraiu núpcias mesmo antes de se tornarem bispos. O raciocínio por detrás dessa visão é que o divórcio representa um fracasso no lar, de modo que, mesmo que um homem possa ser perdoado por qualquer pecado envolvido, ele continua a ser permanentemente desqualificado para a liderança na congregação (cf. vv 4-5;. 1 Cor . 9:24-27).

A interpretação mais restrita e mais comum entre os primeiros comentataristas (séculos II e III), inclui cada um dos argumentos acima, mas estende a proibição a qualquer segundo casamento, até mesmo por viúvos. O argumento é que no primeiro século, segundos casamentos eram geralmente vistos como evidência de auto-indulgência. Embora Paulo honrasse o casamento, ele também valorizava os benefícios espirituais do celibato (1 Coríntios. 7:37-38), mesmo para aqueles que tinham perdido um companheiro (1 Tm. 5:3-14). Assim, ele considerou o celibato um objetivo digno para aqueles que possuíam o auto-controle para permanecer solteiro. De acordo com este ponto de vista estrito, Paulo considerou o segundo casamento de um viúvo, embora de forma inadequada, para ser evidência de uma falta de tipo de auto-controle necessário de um bispo (supervisor), da mesma forma que uma falta similar desqualificava as viúvas para a lista de viúvas (5:9).

RETIRADO DO SITE
Obrigado ao  Thiago Zambelli


[1] Não coloquei todos os comentários porque o processo de tradução é muito cansativo. Devo ter deixado cerca de 10 comentários além dos que já estão nesta compilação.
[Nota de rodapé da NVI: “tenha tido apenas um marido”

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Nova Diretoria e Calendário 2013


DIRETORIA DA OPBB-SUBSECÇÃO  CAMPINAS E ADJACÊNCIAS 2013
Presidente: Pr Cleverson da PIB de Artur Nogueira
"Cleverson Pereira do Valle" (19) 9619-3331 

Vice-Presidente: Pr Paulo da IB Nova Esperança de Paulínia
"Pr Paulo (IB Nova Esperança - Paulínia)" (19) 8320-2237 e 4118-0518

Secretário: Pr Cristiano Scuciatto,  IBCU - Igreja Batista Cidade Universitária
pastorcristiano@gmail.com  fones: (19) 9105-9159 e 8802-0542





CALENDÁRIO DA OPBB-SUBSECÇÃO  CAMPINAS E ADJACÊNCIAS 2013

Horário 08h30m

27 de Fevereiro (QUARTA) – Igreja Batista Aliança Paulina
Preletor – Pr.Richard Sturz Jr – Tema: A importância dos livros na vida do pastor


23 de Março (SÁBADO)– Primeira Igreja Batista em Campinas
CONEXÃO JMM
Dia 23 (Sábado) - Café da Manhã para os Pastores Batistas Campinas e Adjacências na PIB Campinas - SP 
Horário 08h30
Vamos ouvir Missionários da JMM em parceria com o CONEXÃO
Davi Bianchi (Missionário Autôctone da Espanha)
Lucas (Oriente Médio)
Vinícius Salum (Guiné Conacri)
Participem


06 de Abril (SÁBADO)– Primeira Igreja Batista em Jaguariúna 
Preletor: Pr Luiz Sayão 
Horário: 16h 
Rua Tomaz Jasso, 958, Santa Cruz, Jaguariúna - SP.




24 de Abril (QUARTA)– Igreja Batista Central de Campinas
Preletor Pr. Eduardo Gogoy  Tema: Visão de Crescimento de Igreja


29 de Maio (QUARTA)– Primeira Igreja Batista em Cosmópolis
Preletor – Pr. Carlos Martins  – Tema: Família do Pastor
ENDEREÇO : PIB DE COSMÓPOLIS - Rua: Campos Sales Nº 826, JARDIM DE FÁVERI  Esquina com Rua Vitório Natali de Faveri, 


REFERÊNCIA - (Rua da feira de sábado)
PROGRAMAÇÃO: 
08h Café
09h Palestra 
10h Deliberações 





26 de Junho (QUARTA)– Igreja Batista Nova Canaã – Campinas-SP
Preletor – Pr. Silas Largui Campos  Tema: Prática Ministerial





14 de Agosto (QUARTA)– Igreja Batista Nova Esperança Paulínia
Preletor – Pr Manoel Pedro -  Tema: Finanças na vida do pastor
MAPA DO TEMPLO

Exibir mapa ampliado


25 de Setembro (QUARTA)– Igreja Batista Memorial do Centenário Campinas-SP
Preletor – Pr. Antonio Mendes Tema: Pregação Expositiva


30 de Outubro (QUARTA)– Primeira Igreja Batista em Monte Mor
Preletor – Pr. Elias Neves Tema:  Pastor Autoritário ou Formador de Líderes


27 de Novembro (QUARTA) – Igreja Batista Central de Paulínia-SP
Eleição da Nova Diretoria da OPBB-SP Campinas e Adj.
Preletor – Pr. Fernando Leite Tema: Vida Conjugal do Pastor


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A Receita do Pastor bem sucedido Por Paul Tripp


Estou convencido de que muitos dos problemas no ambiente pastoral resultam de uma definição nada bíblica dos ingredientes essenciais do sucesso para o ministério. É claro que muitos futuros candidatos esperam uma "vibrante caminhada com o Senhor", mas essas palavras ficam geralmente desfiguradas através de um processo que faz poucas perguntas nesta área e espera grandes respostas. Estamos realmente interessados em conhecimento (teologia correta), capacidade (boa pregação), filosofia ministerial (edificação da igreja), e experiência (é o seu primeiro pastorado?). Já ouvi de líderes da igreja, em momentos de crise pastoral, dizer muitas vezes: "Não conhecemos o homem que contratamos."

O que significa conhecer o homem? Significa saber qual é a verdadeira condição do seu coração - até onde seja possível. Do que ele realmente gosta, e o que despreza? Quais são suas esperanças, sonhos, temores? Quais são os desejos profundos que o entusiasmam ou o paralisam? O que ele pensa de si mesmo? Até que ponto está aberto à confrontação, a critica e ao encorajamento? Até que ponto está comprometido com a santificação?

Até que ponto está aberto às tentações, fraquezas e fracassos? Até que ponto está preparado para ouvir e condescender com a sabedoria dos outros? Ele considera o ministério pastoral um projeto comunitário? Tem um coração manso, submisso? É simpático e hospitaleiro, é um pastor e está disposto para com aqueles que estão sofrendo? Que qualidades de caráter sua esposa e filhos costumam usar para descrevê-lo? Ele aplica a si mesmo as suas pregações? Seu coração se comove e sua consciência costuma se entristecer quando olha ara si mesmo no espelho da Palavra? Até que ponto sua vida devocional é robusta, consistente, alegre e vibrante?

O seu ministério flui com a emoção de sua comunhão devocional com o Senhor? Ele se atém a padrões elevados, ou se acostuma com a mediocridade? É sensível à experiência e às necessidades das pessoas que o ajudam no ministério? Personifica o amor e a graça do Redentor? Ignora pequenas ofensas? Está pronto a perdoar? É crítico e costuma julgar os outros? Que diferença ele apresenta entre o pastor na igreja e o marido e pai em casa? Ele cuida do seu físico? Intoxica-se com a mídia ou a televisão? Como ele completaria esta sentença: "Se ao menos eu tivesse..........."? Que sucesso tem no pastoreio da congregação que consiste da sua família?

A Verdadeira Condição do Coração do Pastor

O ministério do pastor nunca é apenas formado por sua experiência, conhecimentos e capacidade. Sempre se trata da verdadeira condição do seu coração. Na verdade, se o seu coração não estiver bem colocado, o conhecimento e a capacidade o tornam perigoso.

Os pastores geralmente lutam para encontrar uma comunhão viva, humilde, dependente, celebratória, adoradora, meditativa com Cristo. É como se Jesus tivesse abandonado o edifício. Há todo tipo de conhecimento e capacidade de ministério, mas parece divorciado de uma comunhão viva com o Cristo vivo e sempre presente. Toda esta atividade, conhecimentos e capacidade parecem receber combustível de outro lugar. O ministério se torna chocantemente impessoal. Contém conteúdo teológico, capacidade exegética, compromissos eclesiásticos e avanços institucionais. É uma preparação para o próximo sermão, atender o próximo item da agenda, e cumprir os requisitos de abertura da liderança. Trata-se de orçamentos, planos estratégicos e parcerias de ministério.

Nenhuma dessas coisas é errada em si mesma. Muitas delas são essenciais. Mas nunca devem constituir fins em si mesmos. Nunca deveriam ser a máquina que impele o veículo. Devem todas expressar alguma coisa mais profunda no coração do pastor.

O pastor deve estar interessado, deslumbrado, apaixonado pelo seu Redentor de maneira que tudo o que pensa, deseja, escolhe, decide, diz e faz é impelido pelo amor a Cristo e a segurança do repouso no amor de Cristo. Ele deve se expor regularmente, humilhar-se, assegurar-se e repousar na graça do Redentor. Seu coração deve amolecer dia a dia pela comunhão com Cristo de maneira que se torne um servo-líder amoroso, paciente, perdoador, encorajador e doador. Suas meditações sobre Cristo, sua presença, suas promessas e suas provisões não devem ser sobrepujadas por suas meditações sobre como fazer o seu ministério funcionar.

Proteção Contra Todos os Outros Amores

Apenas o amor a Cristo pode defender o coração do pastor contra todos os outros amores que têm o potencial de seqüestrar o seu ministério. Apenas a adoração a Cristo tem o poder de protegê-lo de todos os ídolos sedutores do ministério que sussurram aos seus ouvidos. Apenas a glória do Cristo ressuscitado vai guardá-lo da glória pessoal que tenta e destrói o ministério de tantos.

Apenas Cristo pode transformar um seminarista graduado, arrogante, materialista em um doador humilde e paciente da graça. Apenas gratidão profunda por um Salvador sofredor pode transformar um homem em servo sofredor no ministério. Apenas um quebrantamento diante do seu próprio pecado pode desenvolver graça para com indivíduos rebeldes entre os quais Deus o chamou para ministrar. Apenas quando sua identidade estiver firmemente enraizada em Cristo você poderá descobrir a liberdade de buscar a identidade no seu ministério.

Devemos ter o cuidado de definir capacidade ministerial e maturidade espiritual. Há o perigo de se pensar que os seminaristas formados que foram bem treinados e bem instruídos estão preparados para o ministério, ou achar que conhecimento, atividade e capacidade para o ministério é maturidade espiritual pessoal. A maturidade é uma coisa vertical que se expressa horizontalmente numa variedade extensa. A maturidade se refere ao relacionamento com Deus que resulta em uma vida sábia e humilde. A maturidade do amor a Cristo expressa-se no amor ao próximo.

A gratidão pela graça de Cristo se expressa na graça para com os outros. A gratidão pela paciência e o perdão de Cristo capacita-nos a sermos pacientes e perdoadores. A experiência diária da salvação do evangelho dá-nos paixão pelas pessoas que estão experimentando a mesma salvação. É a terra em que o verdadeiro sucesso ministerial se desenvolve.

Fonte: Editora Fiel

terça-feira, 25 de junho de 2013

Café com o PR SILLAS LARGUI DE CAMPOS


PR SILLAS LARGUI DE CAMPOS
Breve Biografia
Recebeu treinamento teológico no San Diego Christian College, EUA. É um dos diretores da Editora Fiel. Foi pastor e fundador da Igreja Batista da Graça, em S. José dos Campos-SP, de 1986 de 1994. Serviu na Igreja Batista de Bragança Paulista e, desde o ano 2000, assumiu o pastorado da P.I.B. de Tupã, onde permanece até hoje. Atualmente, ele é mestrando em Teologia pela Liberty University (Masters of Arts in Theological Studies). É casado com Wanger Campos, com quem tem quatro filhas.

26 de Junho (QUARTA)– Igreja Batista Nova Canaã – Campinas-SP
Preletor – Pr. Silas Largui Campos  Tema: Prática Ministerial 
DATA: 26 de Junho (QUARTA)– 8h Café 
LOCAL: Igreja Batista Nova Canaã – Campinas-SP
RUA ALMIRANTE RICHARD BYRD,364 - CHÁCARA BARRA-CAMPINAS /
CEP:13092-690 




segunda-feira, 24 de junho de 2013

Pr. Eduardo Gogoy Tema: Visão de Crescimento de Igreja


24 de Abril de 2013 (QUARTA)– Igreja Batista Central de Campinas
Preletor Pr. Eduardo Gogoy  Tema: Visão de Crescimento de Igreja
OBBB Campinas 


Parte 01 




Parte 02


Parte 03


Parte 04






domingo, 9 de junho de 2013

Parabéns pelo dia do Pastor! Vai aqui uma mensagem de um anônimo que tem me ajudado muito!


feliz dia do pastor
Apegue-se ao trabalho. Não recue porque o leão ruge; não pare para jogar pedras nos cachorros do Diabo; não perca tempo caçando os coelhos deste. Faça seu trabalho. Deixe os mentirosos e suas mentiras, deixe os sectários discutirem, deixe os críticos maldizerem, deixe os inimigos acusarem, deixe o diabo fazer o pior; mas cuide para que nada o impeça de cumprir com alegria o trabalho que Deus lhe incumbiu.
Ele não o mandou ser admirado ou estimado, e nunca ordenou que defendesse seu caráter. Ele não o posicionou para contradizer as falsidades (acerca de você mesmo) que os servos de Satanás ou de Deus talvez comecem a espalhar, nem para investigar cada rumor que ameace sua reputação. Se você agir assim, não obterá resultados satisfatórios, estará trabalhando para si mesmo, não para o Senhor.
Mantenha-se no trabalho do Mestre. Que seu alvo seja fixo como uma estrela. Você pode ser assaltado, injuriado, insultado, caluniado, ferido e rejeitado, incompreendido ou acusado de motivações impuras, bem como afrontado pelos inimigos, traído pelos amigos, desprezado e rejeitado pelos homens. Mas tenha determinação e zelo inabalável, a fim de perseguir o grande propósito e objetivo de sua existência, até que finalmente possa dizer: “Completei o trabalho que tu me deste”.
Anônimo
Retirado da Pg 34 e 35 do livro Ministério Pastoral – John Macarthur Jr. Ed CPAD


Parabéns
Pr Cristiano Scuciatto

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Manifesto da Associação Batista de Bebedouro e Adjacências


Bom dia,

Em nome da ASSIBBA - Associação das Igrejas Batistas de Bebedouro e Adjacências, eu Pr. Luiz Antonio de Barros, presidente da OPBSP - Subsecção ASSIBBA envio a:

Convenção Batista Brasileira
Convenção Batista do Estado de São Paulo
Ordem dos Pastores Batistas do Brasil
Ordem dos Pastores Batista do Estado de São Paulo
O Jornal Batista
Jornal Comunhão

nosso protesto sobre ordenação e eleição de pastora para diretoria da ordem dos pastores.

Solicitamos que este protesto seja publicado nos respectivos órgãos de comunicação da denominação, entendendo que, tal posição representa a opinião da maioria dos bastitas em nosso país.

Sem mais,


Pr. Luiz Antonio de Barros

Visualize o documento

https://docs.google.com/file/d/0B6aZIlDBHRj9aEV6SVJyUWFDaW8/edit?usp=sharing



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Crescimento de Igreja Pr Eduardo Gogoy



Tema: Crescimento de Igreja
Preletor Pr. Eduardo Gogoy
Pastor Titular da Igreja Batista Memorial de São Paulo

Nascido em São Paulo em abril de 1957, num lar cristão, entregou sua vida a Jesus Cristo aos 7 anos de idade, quando foi batizado pelo Pr. Frederico Vitols, na Igreja Batista Memorial de São Paulo.
Aos 18 anos, recebeu o chamado de Deus para o ministério pastoral. Ingressou na Faculdade Teológica Batista de São Paulo, formando-se Bacharel em Teologia, em l981.
Em l983, aceitou o convite para ser o Pastor Auxiliar da Igreja Batista Memorial, compondo o ministério do então pastor Reginaldo Kruklis até outubro de 1986. Em 1987 assumiu o pastorado titular, posição que exerce até hoje. (26 ANOS). 
É casado com Lucila Matschulat Godoy desde 1985 e tem duas filhas: Mariana e Cristine.
“A Igreja Batista Memorial tem sido parte de minha vida há muito tempo e Deus tem me dado um profundo amor por ela. Meu maior desejo é que esta seja uma Igreja que ame Deus e seja uma referência da presença dele em nossa cidade. Durante todo o tempo em que estiver no pastorado deste rebanho, o meu compromisso será o de ser achado pessoalmente fiel e também manter-me fiel à visão que Deus tem nos dado”.
A IGREJA CONTA HOJE COM UMA FREQUÊNCIA DE MAIS DE 3.500 PESSOAS.

http://www.ibmemorial.org.br/



DATA: 24 de Abril (QUARTA)
LOCAL:  Igreja Batista Central de Campinas
http://www.ibcentral.org.br/localizacao/


HORÁRIO : 08h Café da manhã
                     09h Palestra







segunda-feira, 25 de março de 2013

O Casamento Pastoral Líquido - Pr Lamarque


O CASAMENTO PASTORAL LÍQUIDO
Uma reflexão sobre a vulgarização do casamento no Pastorado Batista.
* Por Pastor Lamarque
O sociólogo polonês Zygmunt Bauman é um dos intelectuais mais respeitados e produtivos da atualidade. Ele já escreveu mais de 50 livros, esmiuçando em alguns deles os aspectos diversos da “modernidade líquida”, que é o seu conceito  fundamental. É assim que ele se refere ao momento da História em que vivemos.
Bauman acentua que os tempos são “líquidos” porque tudo muda rapidamente. Nada é feito para durar, para ser “sólido”. Dessa visão resulta, entre outras coisas, a obsessão pelo corpo ideal, o culto às celebridades, o endividamento familiar e até a instabilidade dos relacionamentos amorosos. O casamento torna-se mais “flexível”, é uma incerteza, pois nos tempos líquidos, nada é para durar
O casamento líquido é um relacionamento que vai somente “até o segundo aviso”. É uma relação a partir do padrão dos bens de consumo: mantenho enquanto ele me trouxer satisfação e o substituo por outros que me prometam ainda maior felicidade. É o amor descartável, com um aspecto de eliminação imediata e que anda sempre em busca de uma outra relação amorosa.
Parece-me que esta é uma filosofia de vida atraente para alguns pastores batistas. É estarrecedor como no solo batista o casamento pastoral tem sido tratado com enorme vulgaridade. Pastores estão colocando os seus casamentos em liquidação. Divorciam-se, tornam a casar-se e se não sentirem-se felizes, descartam a segunda esposa e entram para um novo relacionamento, sem qualquer constrangimento. E o agravante é que mesmo vivendo esta liquidação conjugal, querem continuar no ministério pastoral batista, dirigir uma igreja, ensinar a Palavra de Deus a um rebanho pouco esclarecido, ocupar cargos de liderança denominacional e ainda manterem-se filiados a Ordem dos Pastores Batistas. Para estes homens, o ministério pastoral tornou-se o lugar mais seguro para cometerem seus pecados, sem serem penalizados, pois sempre encontram outros, que apadrinham as suas barbáries.
O divórcio é uma experiência inconveniente ao exercício do ministério pastoral. Não é impossível, mas, inconveniente, pois o casamento nas Escrituras é monogâmico, por toda vida, só podendo ser desfeito pela morte ou pela infidelidade conjugal. O divórcio não é o ideal de Deus para a experiência humana, muito menos para o casamento de um pastor. Ele é uma contingência da condição pecadora do homem (Mateus 19.18).
Por sua própria natureza, o divórcio já é constrangedor, doloroso, penoso e pastores divorciados precisam dar um tempo para reconsiderar suas fraquezas, a vocação e o ministério. Devem em humildade, sujeitar-se a uma mentoria bíblica, conduzida por homens tementes a Deus, cheios da Graça Divina, que não espezinhem sobre o pecado alheio.
Não sou fundamentalista ou intransigente quanto ao retorno de pastores divorciados para o ministério. Penso que podemos analisar caso a caso à Luz das Escrituras. É exaustivo, polêmico, mas, viável, quando ocorrer mentoriamento e acompanhamento.
Nosso problema é que quando o pastor enfrenta o divórcio, ele se isola ou é isolado. É uma espécie de “lepra”, com toda a sua complexidade. Ele caminha narrando a sua versão da queda, sem confrontação. Há falta de humildade diante do seu próprio pecado. E nestas condições, sem confissão e arrependimento, fica cada vez mais distante o processo de restauração bíblica. A estrutura corporativa, por outro lado, não tem uma prática eficaz no pastoreio de pastores. Talvez seja também uma oportunidade de nós repensarmos nosso comportamento institucional diante do pastor caído.
Mas, o comportamento pastoral diante da vulgarização do casamento merece nossa total reprovação. É asqueroso demais o quadro desenhado em nosso território batista. Tenho a sensação que muitos já perderam a vergonha. A consciência sadia, conduzida pelo Espírito Santo, foi desprezada já há muito tempo. Nossos profetas se desviaram da Palavra de Deus, para viverem segundo os desejos do seu coração e o curso deste mundo. Eles acreditam que o ministério pastoral ainda é o melhor lugar do mundo para cometerem seus pecados e permanecerem impunes.
Esse impulso que muitos pastores têm de transgredir, de substituir, de acelerar, de divorciar, de adulterar, de manter relacionamentos amorosos enquanto ele trouxer satisfação e substituí-lo por outros que prometam ainda maior felicidade, precisa se denunciado à Luz das Escrituras Sagradas. Se não batalharmos contra este pecado, nós estamos coniventes com esta transgressão. Concluo parafraseando Albert Camus:
“Compreendi que não bastava denunciar o pecado. Era preciso dar a vida para combatê-lo”.
* Pastor Lamarque. Pastor da PIB de Mauá / São Paulo. 3º. Vice Presidente da OPBB-SP. Casado com a MM Raquel Rosa Lamarque há 22 anos. Pai de André Victor (16 anos)
e Alex Rene (10 anos).


segunda-feira, 18 de março de 2013

Nota de Esclarecimento da OPBB-SP - Pastores Divorciados - Filiação de Pastoras


Pastores Divorciados

Nota de Esclarecimento da OPBB-SP
A SEÇÃO SÃO PAULO DA OPBB, através de sua Diretoria 2012/2013 vem a publico reafirmar que:
·         Deve ser "o casamento monogâmico e duradouro, por toda vida, só podendo ser desfeito pela morte ou pela infidelidade conjugal", conforme a Declaração Doutrinaria da Convenção Batista Brasileira e seus textos bíblicos correspondentes, devendo seus filiados esforçar-se por ensinar e viver esta verdade, Gn 1:27; 2:18-25; Js 24:15; 1 Re 2:1-3; Ml 2:15; Mc 10:7-9,13-16; Ef 5:22-33; 6:1-4; Cl 3:18-25; 1 Tm 3:4-8; Hb 13:4; 1 Pd 3:1-7
·         Que o divorcio não é o ideal de Deus para a experiência humana, porém uma contingência da condição humana, invariavelmente motivada pela dureza dos corações (Mt 19.18), devendo seus filiados envidar todos os esforços humanos possíveis na dependência de Deus acima de tudo para evitar viver tal experiência, entendendo ser o divórcio inconveniente ao exercício do Ministério Pastoral.
·         Que respeita e considera a decisão anteriormente tomada, no âmbito da SEÇÃO SÃO PAULO, de analisar caso a caso a filiação de pastores divorciados, como também o texto do seu Regimento Interno (2012), artigo 12, que determina que a refiliação do pastor "separado judicial ou extrajudicialmente, divorciado, casado após o divórcio ou casado com divorciada, poderá ser filiado somente após parecer favorável da Comissão de Acompanhamento e Filiação", devendo todas as subseções observar tal procedimento.
São Paulo, 1º de Fevereiro de 2013
Diretoria da OPBB-SP 2012/2013

Filiação de Pastoras

Nota de Esclarecimento da OPBB-SP
 A SEÇÃO SÃO PAULO DA OPBB, através de sua Diretoria 2012/2013 também vem a publico esclarecer que:
·         Causou estranheza aos membros da Diretoria da Seção São Paulo 2012-2013, presentes na Assembleia Anual da OPBB em Aracaju/SE, a indicação do nome da Pra Diana Flávia para concorrer a Secretaria da Diretoria da OPBB, especialmente, por um filiado na Seção São Paulo, uma vez que a Seção já realizou fóruns no qual a maioria dos pastores rejeitou a filiação de pastoras,
·         Entende esta atitude como inconveniente,
Cabe-nos, então, como Diretoria da Seção São Paulo 2012-2013, esclarecer e reafirmar que a Seção:
·         Respeita a decisão da Assembleia em Florianópolis (2007) que decidiu rejeitar filiar pastoras naquela ocasião até melhores estudos,
·         Respeita a decisão da Assembleia em Cuiabá (2010) que decidiu não filiar pastoras,
·         Respeita a decisão da Assembleia em Cuiabá (2010) que decidiu garantir sua carteira apenas às pastoras que já haviam se filiado reconhecendo uma espécie de direito adquirido, como é o caso da Pra Diana Flávia,
·         Respeita a decisão da Assembleia em Niterói (2011) que rejeitou a expressão 'pastoras' em seu Regimento Interno,
·         Respeita também o direito de filiados que ano após ano trazem o assunto ao ambiente da Assembleia anual da OPBB, em nosso entendimento, causando desconfortos desnecessários sem, no entanto, lograr êxito.

São Paulo, 1º de Fevereiro de 2013
Diretoria da OPBB-SP 2012/2013

Retirado do Site http://www.opbb-sp.org.br




VEJA OS COMENTÁRIOS DO PR ANTONIO MENDES 





ESTOU NA ASSEMBLEIA DA CBB EM ARACAJU.
Ontem e hoje aconteceu a reunião dos pastores. Foi eleita a nova diretoria. Um dos vice-presidente é divorciado e a primeira secretaria ficou com uma pastora. Acho que está na hora de pensar numa Ordem com mais ORDEM. Assim penso pelas minhas convicções bíblicas e de muitos que vi e ouvi, inconformados com o rumo que está tomando a OPBB. Creio que cada vez que assumem posições que a ordem nunca teve, isso nos dá convicções para termos outra que volte a ser genuinamente como era antes. Se eles tem o direito de fazerem todas essas mudanças, nós temos o mesmo direito de não aceitar.

Prezados amigos e irmãos.
Primeiro não pretendo tomar a iniciativa de criar uma nova ordem de pastores ou promover qualquer tipo de divisão. Em segundo lugar as coisas denominacionais não são tão fáceis quando os irmãos imaginam. As mensagens, que foram muitas, na defesa da família parece que não impacta mais ninguém. Isso me assusta! Acho que nunca tivemos uma Assembleia com tantas mensagens e palestras enfocando o valor da família, só que há um distanciamento muito grande entre o discurso e a pratica. Hoje à tarde ouvi um apelo de um convencional clamando por modelos para nossa juventude. Só que os modelos estão desaparecendo e os números estão aí e só no vê quem não quer. Querido colega e amigo Lourenço recebo com respeito suas palavras, mas o irmão sabe que as coisas não são tão fáceis assim e ano após ano perdemos muito do conteúdo bíblico em nossa denominação e aí passamos a ouvir de tudo sem o mínimo respaldo bíblico e, no meu entender, sem nenhum temor a Deus.
Outra coisa muito importante e que precisa ser observado é o número elevadíssimo de convencionais que não tem muita idéia do que está ocorrendo. Isso constatei de forma muito clara em conversas durante os debates, pois as pessoas com quem conversei não tinham a mínima ideia do que estava ocorrendo.
Quanto ao Facebook cada uma pode perfeitamente postar o que quiser e cada um decide se quer ou não ser amigo daquele que publica. Todas as pessoas que me pedem para ser meu amigo no Face eu permito, pois imagino que gostaria de ver minhas postagens. Repito: Acho que estamos, com batistas, nos distanciando em muito das Verdades Eternas. Pessoalmente sinto no dever de defender a nossa histórica denominação. Primeiro porque sinto-me no dever de defender a Sã Doutrina porque um dia terei que dar conta da minha vida cristã e do ministério para o qual o Senhor me chamou. Segundo porque meus pais que foram alcançados pelo evangelho na década de 40 pelos bravos missionários americanos no Norte do Paraná, jamais imaginariam que chegássemos aonde chegamos e, no mínimo, gostaria de continuar lutando por respeito à memória deles.
29 de janeiro às 19:28 via celular







"Divórcio"
Pode ser uma separação por circunstâncias que fogem ao nosso controle e que põem em risco, principalmente a integridade física e social da mulher, mas nunca a permissão para um "novo casamento".

O sentimento de impossibilidade de obedecer aos princípios da Palavra denota o quanto precisamos de Deus, pois, sem ele, seremos facilmente levados a seguir os falsos mestres que não resistem à imposição do mundo.

A fidelidade à Palavra haverá de causar temor e responsabilidade às nossas ovelhas. Haverá de perpetuar nossos casamentos que, servirão de exemplos aos nossos filhos, netos e tataranetos, e assim deixaremos um legado para formarmos aqueles que jamais se curvarão ante às imposições do mundo.

A fidelidade à Palavra haverá de sustentar e capacitar àqueles que vivem sós, como mártires do século XXI, vistos como dignos pelo Senhor, de sofrer pelo seu nome.

Nisso creio e luto para preservação da mais bela instituição divina, o casamento.



Retirado do site http://www.facebook.com/antonio.mendes.92123

Pr Mark Ellis - Confrontando o Movimento Feminista Evangélico 










quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Café dos Pastores com Jessé Campos - Eleição da nova diretoria da OPBB

 

Jesse-Campos

 

PASTOR JESSÉ CAMPOS

Pastor Titular da Igreja Batista de Bragança Paulista desde 1987. (25 anos consecutivos) Casado com Patricia Campos e possuem duas filhas. Bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Mestre em Divindades pelo Southwestern Theological Baptist Seminary, USA. Mestre em Filosofia pela Baylor University, USA, e Unicamp. Doutor em Ministério na área de Apologética pela Baylor University, USA.

 

www.igbatista.com.br

 

 

DATA: 28 de NOVEMBRO, Quarta-Feira às 8h

LOCAL e REFEIÇÃO: IBCU com Café da Manhã na Igreja e opção de Almoço (pago) no Empório do Nono

Endereço: Rua Tenente Alberto Mendes Jr. no 5 - Vila Independência - Barão Geraldo - Campinas - SP

Fone: - (19) 3289-4501

Como Chegar: http://www.ibcu.org.br/contato

PROGRAMAÇÃO

8h        Café

09h      Inicio - Palestra Pr Jessé

10h      Debate - Perguntas e Respostas 

10h10m   Coffee Break

10h30m   Eleição da nova diretoria da Ordem dos Pastores

12h      Almoço

A PROGRAMAÇÃO PASSADA FOI ADIADA EM VISTA DA SAÚDE DO PR JAIRO CARCERES (ELE ESTÁ NO HOSPITAL TRATANDO DO CORAÇÃO)

EM BREVE MAIORES DETALHES DESTA PROGRAMAÇÃO

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Rumo e Prumo CBESP


  • Estatuto do Ordem dos pastores pg 79
  • Regimento Interno pg 85
  • Código de Ética pg 93
  • Processo de consagração para candidatos ao Ministério pastoral pg 109
  • Orientações para concílio  pg 111
  • Dos Cuidados Que as Igrejas Precisam Ter na Sucessão Pastoral pg 116
  • Neo pentecostalismo pg 160

Clique Abaixo
https://drive.google.com/file/d/0B6aZIlDBHRj9UFVadXpKLTl4bmc/edit?usp=sharing


Processo de Consagração para Candidatos ao Ministério Pastoral
https://drive.google.com/file/d/0B6aZIlDBHRj9a3g3cndvQVRTYVk/edit?usp=sharing

Problema de Relacionamentos é o maior motivo da demissão de Pastores. Conflitos pessoais sãos responsáveis pela quase totalidade dos casos

Mais de um em cada quatro pastores (28%) dizem que foram forçados a sair de uma igreja após ataques pessoais e críticas de membros de suas congregações. Este e outros dados são parte da nova pesquisa apresentada por Marcus Tanner, da Texas Tech University.

Os pastores pesquisados tiveram uma pontuação alta nos testes, indicando estresse pós-traumático, crises de ansiedade, problemas de depressão e de saúde física.

Em reportagem do Huffington Post, a mesma pesquisa é analisada. Chamados de “matadores de sacerdotes”, esses grupos são quase onipresentes nas igrejas. “Todo mundo sabe que isso está acontecendo, mas ninguém quer falar sobre isso”, afirma Marcus Tanner em uma entrevista. “A grande maioria das denominações não está fazendo absolutamente nada”.

Por outro lado, os pastores e líderes que saem das igrejas não recebem a ajuda de que necessitariam, completa Tanner.

Paralelo a isso, estudo da Virginia Tech University sobre as congregações norte-americanas diz que 9% das igrejas registraram algum conflito grave nos últimos dois anos que resultou na saída de um pastor ou líder remunerado.

Curiosamente, os principais motivos para a saída dos pastores não são questões morais ou doutrinárias, mas apenas conflitos pessoais.

Ambos os estudos fazem parte de uma matéria publicada na revista Christianity Today deste mês. Os levantamentos realizados entre as igrejas e pastores indicam que esse tipo de situação independe da denominação. Todas têm problemas em um percentual parecido. Foram analisados dados oficiais de igrejas batistas, luteranas, de Cristo, metodistas, pentecostais, presbiterianas e não denominacionais.

Ao todo, foram 582 pastores e líderes entrevistados, 410 homens e 172 mulheres, de 39 denominações, com idade entre 26 e 55.

Os participantes foram questionados se alguma vez precisaram sair de um ministério “devido à negatividade constante, ataques pessoais e críticas de parte dos membros”.

As pesquisas da Texas Tech e da Virginia Tech indicam que 55 dos ministros que foram forçados a sair da igreja que lideravam sofreram graves conseqüências psicológicas.

“Este estudo mostra que a rescisão forçada é um problema sério e cruel, que tem efeitos angustiantes sobre aqueles que passam por isso… É importante que as organizações cristãs reconheçam o problema e tomem medidas para aumentar a conscientização e buscar soluções”, afirmam os pesquisadores Marcus Tanner, Anisa Zvonkovic e Jeffrey Wherry no artigo que publicaram na edição mais recente da Revista de Religião e Saúde.

Enquanto isso, a edição brasileira da revista Christianity Today publicou este mês uma reportagem mostrando que mais de 1.5 mil pastores desistem do ministério todo mês.

A reportagem da Christianity Today oferece algumas “dicas” ou “sinais” que um ministro pode estar correndo perigo de ser demitido:

1. Sermões muito curtos (menos de 20 minutos)

Igrejas indicam que o comprimento do sermão e questões de homilética são a principal causa que gera algum tipo de reclamação/conflito que resulta na saída de um líder. Pastores com sermões mais longos têm menor chance de serem cobrados pelas igrejas nesse sentido.

2. Igreja com poucos homens

Se 90 por cento ou mais dos membros e visitantes regulares são mulheres, as chances de alguma questão resultar na saída do pastor são de 20% dos casos. Segundo os dados da pesquisa, cerca de 7% das igrejas pesquisadas tinham esse perfil.

3. O pastor ou líder principal é mulher

Igrejas lideradas por pastoras ou missionárias são quase duas vezes mais propensas a ter um conflito sério com a liderança. Congregações com liderança mista (homem e mulher) tiveram um número quase igual de conflitos com os fiéis.

4. O pastor é jovem

Se o pastor da igreja tiver menos de 30, há uma chance de 29% que ele saia após dois anos de ministério local. A média dos pastores mais velhos é de três anos e meio.

5. Os membros são “crentes antigos”

Se entre 75 e 89% da igreja for composta por pessoas com mais de 60 anos, as chances de o pastor ser mandado embora é três vezes maior que nas demais congregações. Não há adultos com menos de 35 anos, as chances são ainda maiores.

6. A maioria dos membros são da classe C

Se de 56 a 74% dos membros a igreja podem ser considerados “classe C” ou D, a pesquisa mostra que 50% de igrejas com esse perfil perdem seus líderes por causa de conflitos. Mas quando 100% da igreja pertence à mesma classe social, as chances de conflitos diminuem 75%.

Com informações Christianity Today e Huffington Post

Fonte: http://noticias.gospelprime/.

 

(Programações Abertas a Pastores e Líderes de outras denominações)

OFICINA SOBRE  RELACIONAMENTOS:
Relacionamento com Deus e com as Ovelhas

Vagner2

 

 

Pr Vagner Vaelat - Bacharel e mestre em teologia com especialização em evangelismo e Missões. Pastor Titular da Igreja Batista Boas Novas, vila Zelina - São Paulo - SP desde 1994. Casado com Marta Conovalov Vaelatti, com três filhos, Daina, Nádia e Daniel. http://www.boasnovas.org.br

 

DATA: 17 de Outubro, Quarta- Feira
LOCAL: IB em Nova Veneza, Sumaré (SP)
AV SAO PAULO, 581, Jardim Nova Veneza (Nova Veneza)
Sumaré, SP - 13177-000

 

 

8h        Café
09h      Inicio - Palestra 1
10h      Debate - Perguntas e Respostas
10h10m   Coffee Break

10h30m   Palestra 2
11h30m   Debate - Perguntas e Respostas
12h          Encerramento

(Programações Abertas a Pastores e Líderes de outras denominações)

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Crescimento de Igreja - Formação de Novos Líderes – Discipulado

NO CAFÉ DO DIA 15\08 HAVERÁ SORTEIO DE UM CURSO DO SEDI!

velloso

Você se lembra de quando Deus o chamou para o ministério? Lembre-se da sua alegria, dos seus sonhos, da “chama” que esquentou sua alma ao pensar que Deus o estava convidando para um serviço tão precioso: ajudar pessoas a entrar em um relacionamento com Deus, a receber a vida eterna e a aprender a andar em comunhão com Ele.

Todos nós, porém, em algum momento, acabamos por perceber a realidade da dureza do trabalho, seja com críticas da membresia, com apertos financeiros, ou mesmo com a decepção de investir na vida de alguém e não obter os resultados esperados.

Por outro lado há homens que têm criado um grande impacto nas vidas de suas comunidades e além. São pastores que multiplicaram seus mini­stérios e estão realizando o objetivo de seus sonhos: serem usados por Deus para aumentar o Seu Reino. Quase todos estes pastores têm algo em comum: um ministério forte no mentoreamento dos homens que Deus está chamando.

Um desses homens é o pastor Ary Velloso. Conhecido por seu ministério com a SEPAL e por seu trabalho na Igreja Batista de Morumbi, ele considera que o seu maior ministério era e é o investimento na vida de futuros líderes. Ele está tão convencido da importância deste ministério que hoje este é o foco de todo o seu trabalho. O legado que ele quer deixar para trás é um exército de “homens fieis, idôneos, para ensinar aos outros”.

fernandopq_thumb[6]Um dos pastores em cuja vida o pastor. Ary investiu é o pastor Fernando Leite, fundador da Igreja Batista Cidade Universitária (Campinas, SP). Se perguntássemos a ele qual é o seu segredo, ele responderia que é um ministério forte na Palavra, e investimento forte nas vidas dos líderes.

O sucesso destes pastores deve ser um encorajamento para todos, porque ele não é derivado de métodos exóticos ou da participação em um seminário específico. Ele veio através do foco no aspecto mais importante e responsável pelo crescimento da igreja: a formação e a multiplicação de novos líderes. Isso não deve ser uma surpresa para nós, pois, em toda a história, a saúde espiritual do povo de Deus sempre dependeu da qualidade de sua liderança. Moises preparou Josué; Elias preparou Eliseu; Jesus investiu nos doze; Paulo investiu em Timóteo, Silas e vários outros, mandando-os identificar homens fiéis e também prepará-los para entrar no ministério. O pastor que se dedica à obra de chamar, discipular, avaliar, e finalmente, enviar os líderes do futuro, nunca vai sentir que não está cumprindo o seu chamado.

Então, pastor, podemos lhe fazer uma pergunta? Cadê o seu Timóteo?

Existem dois motivos comuns que atrapalham muitos pastores de entrar neste ministério. O primeiro é a ideia de que a preparação de futuros líderes é papel exclusivo do seminário. Não nos entenda mal. Reconhecemos que o seminário tem seu valor, mas isso não envolve substituir o papel da igreja local. Insistimos:

O seminário pode formar seminaristas,

Mas somente um pastor pode formar novos pastores.

Os professores nos seminários, por mais dedicados que sejam, não conseguem acompanhar o desenvolvimento pessoal, espiritual e ministerial com a mesma eficácia de um pastor. Ninguém vai amar mais seus “Timóteos”, ou entender mais seus dons e potenciais, seus corações e paixões, bem como suas imaturidades e falhas, do que você.

O segundo motivo pelo qual muitos pastores não estão mentoreando os chamados é porque eles não se sentem aptos para cumprir essa tarefa. Eles não sabem por onde começar e não têm as ferramentas necessárias para mentorear os que Deus está chamando ao ministério.

 

SediO SEDI (Seminário Digital) é uma nova iniciativa sendo lançada exatamente com esse objetivo: encorajar pastores a encontrarem o ministério de seus sonhos assumindo o seu papel bíblico na criação dos líderes do futuro. Queremos também que os pastores tenham todas as condições de desempenhar com confiança o papel que lhes cabe através do fornecimento de matérias didáticas destinadas a isso.

O SEDI disponibilizará matérias didáticas no nível de um seminário teológico, com um conteúdo de alta qualidade, mas de fácil assimilação, acessível através de múltiplas mídias. Os cursos serão administrados por professores e pastores indicados por sua qualidade de conhecimento e habilidade ministerial. Dessa maneira, você tem uma excelente alternativa ao envio de seus líderes emergentes para o seminário. Você, como pastor, tem a oportunidade de “convidar” mestres de confiança para sua igreja, enquanto continua acompanhando o desenvolvimento pessoal, espiritual e ministerial de seus “Timóteos”. Começando com as quinze matérias consideradas as mais importantes no desenvolvimento dos chamados, o SEDI pretende providenciar cursos equiparados a um bacharelado completo: tudo dentro da sua igreja sob seu acompanhamento pastoral.

Reconhecemos, porém, que adquirir um diploma é importante, especialmente se seus mentoreados pretendem entrar no ministério em tempo integral. O SEDI já está alinhavando parcerias com alguns seminários no Brasil, para que eles possam atribuir créditos aos cursos completados no SEDI. O participante deverá cumprir as tarefas, leituras e provas sob a supervisão do pastor ou seu representante.

Caro pastor, o SEDI foi lançado porque acreditamos em e afirmamos o seu ministério. O lugar bíblico para a formação de líderes emergentes está na sua igreja, sob a sua liderança e mentoreamento como pastor. Entre em contato conosco e permita que o SEDI forneça as matérias para viabilizar sua parte neste processo!

 

Maiores informações
Pr Cristiano Scuciatto
Igreja Batista Cidade Universitária
(19) 9105-9159 (VIVO)

pastorcristiano@gmail.com

 

Assista o vídeo do SEDI

http://youtu.be/A9APaxyI6AY

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